Taí um projeto que podia gerar seus clones por estas bandas. Uma espécie de oficina comunitária, criada inicialmente para ajudar pessoas carentes de meios de locomoção em Greensboro (nos States) e que está gerando desdobramentos interessantes, incluindo um projeto para construção de bicicletas de bambu (eu um dia vou ter uma dessas).
Vai lá no site da Bike Lab, que a visita vale a pena.
"Os moradores da região Sul são os que menos utilizam as bicicletas como meio de transporte. O estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas aponta que as bikes ficam restritas às horas de lazer.
Em contrapartida, a frota de veículos aumenta todos os anos. De acordo com especialista em mobilidade urbana, o pouco uso se deve à falta de estrutura."
Mais um estabelecimento que merece o selo amigo da bicicleta: o Brooklyn Coffee Shop. Geralmente nos sábados, depois de um almoço maroto, paro para tomar um café, uma cerveja, um bolo e já emendar com a noite que cai com um jantar, mais bebidas, pedaladas e o que o acaso me reservar. Além do Tienda na Praça Espanha tenho uma boa alternativa. O ambiente é bem despojado, com o chão de concreto queimado, tal como o balcão, que ostenta uma máquina de expresso potentosa. O salão com pé direito alto, parece uma espécie de galpão com mesas de madeira de demolição, sofás, mesas de centro e até um espelho para compor o ambiente. O café delicioso, com várias opçÕes, ristretto, capuccino, latte, tudo uma delícia. Bebidas alcoólicas igualmente boas. Vale mencionar que outra noite tomei um white russian, em homenagem ao Lebowski, grande Lebowski. Quando aos quitutes, posso aconselhar o biscoito, pois o resto não comi. Fica para a próxima. Mas por que vale o selo amigo da bike? Por que outro dia chegamos lá, em três bikes, e perguntamos se poderiamos guardar dentro do café as magrelas. Prontamente o Daniel, proprietário, que já tentou ser messenger em Seattle, disse que sim. Daí em diante foi um papo muito bom que renderá bons frutos. Em breve vocês saberão.
Para facilitar a vida dos estudantes que residem em áreas rurais e até mesmo urbanas que são intransitáveis para veículos automotores, estados e municípios podem aderir ao registro de preços promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O registro permite a compra de bicicletas escolares de aros 20 e 26, por meio do programa Caminho da Escola. Em 2009 o FNDE ofereceu mobiliário escolar pelo mesmo sistema de adesão ao registro de preços.
Segundo o Ministério da Educação, protótipos da bicicleta escolar já foram testados nas cinco regiões do País e receberam avaliações positivas por parte dos alunos e de seus pais. “A bicicleta vai servir para aqueles que moram em localidades aonde os veículos rodoviários não chegam, tanto nas áreas rurais quanto nas urbanas”, afirma o coordenador geral de transporte escolar do FNDE, José Maria Rodrigues de Souza. O coordenador lembra que, além de ter impacto zero sobre o meio ambiente, a bicicleta vai ajudar os estudantes a ter uma atividade física saudável. Segundo ele, a bicicleta escolar tem especificações que lhe garantem resistência maior que a das bicicletas comuns, como o quadro reforçado.
Para participar do programa, os governos dos estados e prefeituras devem seguir as instruções da Resolução nº 40/2010 do FNDE. O prazo para entrega da mercadoria é de, no máximo, 90 dias a partir da assinatura do contrato.
Programa Caminhos da Escola - O programa Caminho da Escola foi criado em 2007 com o objetivo de renovar a frota de veículos escolares, garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar. O intuito é ampliar, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência na escola dos estudantes matriculados na educação básica da zona rural das redes estaduais e municipais. O programa também visa à padronização dos veículos de transporte escolar, à redução dos preços dos veículos e ao aumento da transparência nessas aquisições.
Aqui vai um comentário: e se os trabalhadores que não usam ônibus nem carro? Poderiam eles também receber uma verba por isso, como incentivo para mobilidade etc e tal? O vale-transporte seria um modelo. E para ajudar, o Estado poderia até conceder isenção tributária relativa ao valor. E assim vai.